sábado, 17 de agosto de 2013

Projeto garante meia-entrada a pessoas com deficiência física

Acredita-se que as pessoas com alguma deficiência física necessitam vivenciar momentos prazerosos com igual intensidade a fim de desenvolver as habilidades motoras, a autoestima, a independência, e, principalmente favorecer a inclusão social. Visando facilitar o acesso a essa camada da população, o deputado estadual Mauro Savi (PR) apresentou projeto de lei que institui a meia-entrada para pessoas com deficiência física em eventos culturais, educativos, esportivos e de lazer.

Em vários estados brasileiros, a exemplo do Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Tocantins e Amazonas, a meia-entrada para pessoas com deficiência física e PNEs já é lei. Além disso, cidades como Goiânia também possuem legislação municipal garantindo o benefício.
No projeto apresentado, o deputado Mauro Savi especifica que a meia entrada será um direito em salas de cinema, em espetáculos de teatro e circo, em museus, parques e eventos educativos, esportivos e de lazer, realizados em todos os locais públicos de cultura, em casa de diversões, espetáculos, praças esportivas e similares do Estado do Mato Grosso.
O artigo segundo do projeto veta qualquer restrição de data e horário para os beneficiários da futura lei.
“É necessário compreender o lazer como um fenômeno amplo, que tem importante significado para o homem contemporâneo. Acreditamos que o lazer é imprescindível à sociedade moderna, pois proporciona muitos benefícios: descanso, divertimento, sociabilização etc. A vivencia de uma atividade de lazer contribui para a melhoria de qualidade de vida”, argumentou o parlamentar na justificativa da matéria.
Atualmente no Estado tem direito à meia-entrada: estudantes, de acordo com medida provisória 2208/01, regulamentada por lei estadual 7.621/02; idosos, conforme o artigo 23º da Lei 10.741/2003 – Estatuto do Idoso; aposentados e pensionistas, conforme leis estaduais 6.744/96 e 7.762/02; doadores de sangue regulares, lei estadual 8.547/06, e professores da rede pública de ensino, beneficiados com a lei estadual 8.605/06.
 
Fonte: Olhar Direto

Um novo estudo britânico comprova: tirar férias, mais do que descansar, faz bem para a saúde.

Um novo estudo britânico comprova: tirar férias, mais do que descansar, faz bem para a saúde.
Aqueles 20 ou 30 dias de folga ajudam a reduzir a pressão arterial, aliviar o estresse, melhorar a qualidade do sono e, em última instância, rejuvenescer o corpo.
A conclusão é de pesquisadores do The Holiday Health Experiment, projeto financiado pela associação solidária de cuidados de saúde Nuffield Health e pela agência de viagens Kuoni.
Os especialistas observaram também que os benefícios das férias podem se estender durante vários meses. 
De acordo com o Daily Mail, o estudo comparou a saúde das pessoas que tiveram férias em locais como Tailândia, Peru ou as Maldivas, com outras que ficaram em casa e continuaram a trabalhar.
Durante a pesquisa, que envolveu 12 voluntários, os participantes responderam a um questionário sobre sua saúde e ficaram ligados a monitores cardíacos para a medição dos seus padrões de sono e da sua resistência ao estresse.
Além disso, foram submetidos a testes psicoterapêuticos e aconselhados a seguir uma determinada dieta e estilo de vida ao longo do verão de 2012.
Depois, metade dos participantes passou férias em outros países, durante duas semanas, enquanto a outra metade deu continuidade à sua atividade profissional. 
No final das férias, os pesquisadores conduziram uma segunda série de testes clínicos e psicológicos, com os voluntários ligados novamente ligados a monitores cardíacos durante três dias. 
Resultado
O estudo concluiu que, em média, a pressão arterial daqueles que saíram de férias diminuiu 6%, ao passo que a dos trabalhadores que se mantiveram nos seus escritórios subiu 2% durante o mesmo período.
Além disso, a qualidade do sono das pessoas que descansaram num país estrangeiro melhorou 17%, ao contrário do que aconteceu com a outra metade do grupo: diminuição média de 14%.
Mais que isso: a capacidade de se recuperar do estresse, entre os que saíram de férias, aumentou em 29%, e diminuiu em 71% entre os que ficaram trabalhando.
Entre o grupo que viajou para o exterior  houve diminuição significativa nos níveis de glicose no sangue, o que contribui para a redução do risco de diabetes e obesidade e melhora o humor e os níveis de energia.
Christine Webber, uma das especialistas envolvidas no estudo, afirmou que a redução da pressão arterial diminui o risco de AVC e ataques cardíacos e que as melhorias no sono beneficiam o sistema imunológico.
"Os nossos resultados parecem querer dizer que a maioria das pessoas se sente mais feliz, descansada e menos estressada após as férias", afirmou ao Daily Mail. "Porém, mais importante do que isso, é o fato de termos descoberto que estes benefícios se prolongam e se mantêm vários meses após o tempo de descanso", acrescentou.
Webber salientou ainda que "não é preciso estar deitado na areia da praia para relaxar.
O interessante é que o casal que teve as férias mais 'agitadas' foi também aquele que teve uma redução mais significativa do estresse" concluiu a pesquisadora.
Com informações do Daily Mail
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Amendoim faz bem à saúde


http://radioglobo.globoradio.globo.com/globo-cidade-sp/2011/05/13/AMENDOIM-FAZ-BEM-A-SAUDE.htm

Estatuto do Nascituro Análise do Dr. Claudio Fonteles


Estatuto do Nascituro. Análise do Dr. Claudio Fonteles
Por Claudio Fonteles
Dada a recente aprovação do Estatuto do Nascituro no Brasil pela Comissão de Finanças e Tributação (Cfr. http://www.zenit.org/pt/articles/estatuto-do-nascituro-e-aprovado-no-brasil-pela-comissao-de-financas-e-tributacao), ZENIT recebeu esse artigo do nosso colaborador habitual, Dr. Claudio Fonteles, ex-sub procurador Geral da República.

Neste artigo o Dr. Claudio explica a "imperiosa exigência de se ter o Estatuto do Nascituro", já que o nascituro não é um "amontoado desconexo de células", e ao final esclarece a questão, tornada polêmica pelos detratores do Estatuto, do assim chamado "bolsa estupro".

Acompanhe o artigo a seguir: 

***
Correto que o legislador brasileiro empenhe-se, em linha de coerência, por dedicar ao ser humano, nas diversas etapas de sua cronologia, que são marcadas por clara necessidade de proteção, estatutos próprios a cumprir com esse fundamental objetivo: o cuidado e a preservação da vida.

Digna de elogios, portanto, a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Estatuto do Idoso.

A completar esse quadro normativo, a imperiosa exigência de se ter o Estatuto do Nascituro.

Com efeito, o nascituro não é “amontoado desconexo de células”.

O avanço da ciência médica, que até consolida novo ramo da medicina, dedicado exclusivamente à saúde do feto, do nascituro portanto, que no exato momento da fecundação – a união dos gametas masculino e feminino – tem definido, para sempre, o seu código genético e, por si só, inicia, dentro do ventre materno, mas não pelo ventre materno condicionado, processo de formação autônomo de seus sistemas vitais, o avanço da ciência médica confere ao nascituro, em eloquente demonstração tecnológica advinda da ultrassonografia, sua natureza humana.

Repito: o acompanhamento mensal, feito por qualquer obstetra, no desenvolvimento do nascituro, à luz dos procedimentos tecnológicos hoje tão em voga, constatando a paulatina formação de todos os seus sistemas vitais e expressões corpóreas, por óbvio impossibilita a afirmação, que assim atinge as raias do ridículo, de que se tem: “amontoado desconexo de células”.

Portanto, em perfeita sintonia científica, o artigo 3º, do Estatuto do Nascituro, juridicamente bem preceitua que:

“Art. 3º: O nascituro adquire personalidade jurídica ao nascer com vida, mas sua natureza humana é reconhecida desde a concepção, conferindo-lhe proteção jurídica através deste estatuto e da lei civil e penal.”

Isso estabelecido, sem sobressaltos ou incoerências, alinha-se perfeitamente o que prescreve o artigo 13 ao texto principiológico, que venho de contemplar no retro transcrito artigo 3º.

Está no artigo 13:

“Art. 13: O nascituro concebido em um ato de violência sexual não sofrerá qualquer discriminação ou restrição de direitos, assegurando-lhe, ainda, os seguintes:I – direito prioritário à assistência pré-natal com acompanhamento psicológico da gestante;II – direito à pensão alimentícia equivalente a 1 ( um ) salário mínimo, até que complete dezoito anos;III – direito prioritário à adoção, caso a mãe não queira assumir a criança após o nascimento.Parágrafo único: Se for identificado o genitor, será ele o responsável pela pensão alimentícia a que se refere o inciso II deste artigo.

Tratar o artigo 13 como “bolsa estupro” é descarregar, absurdamente, todo o preconceito contra a mulher violentada e o nascituro em demonstração claríssima de sociedade machista agressiva, virulenta e desumana, por corifeus, travestidos ou às claras, desse tipo segregador de sociedade.

O artigo 13, no mesmo patamar, dedica à gestante e a seu filho total acolhida e proteção na prioridade conferida à assistência pré-natal e ao acompanhamento psicológico. Assegura-lhes apoio financeiro. À mulher, deixa-a livre para exercer, se o desejar, a maternidade, nessa situação, mas preserva a vida do nascituro, encaminhando-o à adoção.
Por fim, o estuprador, sem que isso signifique, obviamente, levá-lo ao convívio com a mulher, que vitimou, e seu filho, e também não lhe conferindo qualquer direito, a propósito, impõe-se-lhe a obrigação pecuniária, de par com outras, ainda de natureza civil, e a responsabilização criminal.

É cabalmente insano falar-se de “bolsa estupro”, como insano é o viés, reitero, de odioso machismo a inspirar, nesse passo, os detratores do Estatuto do Nascituro.

Importa que construamos e estabeleçamos a sociedade humanista.

Importa que fixemos e vivamos palavras plenas de sabedoria do filósofo humanista Emmanuel Mounier:

“Pela experiência interior a pessoa surge-nos como uma presença voltada para o mundo e para as outras pessoas, sem limites, misturadas com elas numa perspectiva de universalidade. As outras pessoas não a limitam, fazem-na ser e crescer. Não existe senão para os outros, não se conhece senão pelos outros, não se encontra senão nos outros. A experiência primitiva da pessoa é a experiência da segunda pessoa. O “tu” e, adentro dele, o “nós”, precede o “eu”, ou pelo menos acompanha-o.”( leia-se: O Personalismo – pg. 45-46 )

E, definitivo, arremata o filósofo:

“Quando a comunicação se enfraquece ou se corrompe perco-me profundamente eu próprio: todas as loucuras são uma falha nas relações com os outros – o alter torna-se alienus, torno-me também estranho a mim mesmo, alienado. Quase se poderia dizer que só existo na medida em que existo para os outros, ou numa frase-limite: ser é amar.(leia-se: O Personalismo: pg. 46).


http://blogdoemanueljr.blogspot.com.br/2013/06/estatuto-do-nascituro-analise-do-dr.html

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Arteterapia: Como a medicina aplica a arte para fins terapêuticos por Alex Botsaris

 
"Mesmo que você não necessite de fazer um tratamento com arteterapia, é bom sempre realizar alguma atividade que permita a sua expressão artística. Pintura, desenho, cerâmica, escultura, trabalho em madeira, tecelagem, colagem. Enfim, qualquer forma de se expressar liberando seus dons artísticos e seu simbolismo interior, faz muito bem à saúde"Arte é uma das manifestações mais essenciais do ser humano. Desde as civilizações mais primitivas, os nossos antepassados se manifestam através da arte, como demonstram os achados arqueológicos de pinturas rupestres, cerâmicas e outros objetos encontrados em sítios arqueológicos em todo o mundo.
A arte envolve vários aspectos que tem significado e importância para os humanos, não importa em que época viveram ou qual o grau de desenvolvimento das sociedades onde se encontravam. Vale citar alguns desses aspectos no sentido de mostrar sua dimensão: a retratação de si, da natureza, do imaginário e do mundo de relação; a expressão religiosa; o desenvolvimento da estética, da relação espacial e das formas; a exteriorização de imagens e símbolos do inconsciente; o desenvolvimento da identidade pessoal e dos grupos; e o desenvolvimento do prazer através da expressão do indivíduo.
Todos esses aspectos foram tornando as manifestações da arte cada vez mais consistentes e sofisticadas na sociedade, à medida que o gênero humano evoluiu. Com isso, ao longo de tempo, mais e mais modalidades de arte foram sendo desenvolvidas, à medida que o homem avançava em termos culturais e tecnológicos, até os dias de hoje. A arte, além de ser uma manifestação essencial da cultura, é um fator de elevação da autoestima da sociedade. Hoje é uma profissão, uma das áreas do conhecimento, um instrumento de lazer e uma forma de comunicação. Não é de se admirar que ela tenha também chegado ao universo das práticas terapêuticas.
Como surgiu a arteterapia
A medicina, hoje em dia, sabe que a arte, em qualquer uma de suas expressões, é uma atividade altamente benéfica ao ser humano, desde que surgiu na face da Terra, há milhares de anos. Mas o conceito de arteterapia é atribuído ao médico alemão Johann Christian Reil, que atuava na área de psiquiatria no século XIX. Foi ele que descreveu, de forma sistemática, os benefícios na arte no tratamento de pacientes e desenvolveu um protocolo de emprego de atividades artísticas no tratamento de doenças mentais. Contemporâneo de Pinel ele foi considerado um dos reformistas da psiquiatria alemã.
O grande psicólogo suiço, Carl Gustav Jung, foi um dos grandes entusiastas da arteterapia. Foi ele que demonstrou a riqueza simbólica do inconsciente expressada em pinturas e desenhos, e como a atividade artística contribuía no tratamento de pacientes psicóticos, no trabalho de reorganização do ego após os surtos de doença. Ainda na Alemanha o filósofo Rudolf Steiner incorporou a arteterapia ao arsenal terapêutico da medicina antroposófica, por ele criada na virada do século XX.
No Brasil o psiquiatra Ulysses Pernambucano foi o pioneiro no uso da arteterapia entre pacientes psiquiátricos, já na década de 20. Outros médicos inspirados em seu trabalho publicaram artigos e aplicaram a técnica em alguma instituiçõesa o longo do século XX. Mas vale relembrar o trabalho da psicóloga Nise da Silveira, que tratou centenas de psicóticos com arteterapia, gerando o acervo mundialmente conhecido do Museu do Incosnciente.
Nos últimos anos cerca de 300 trabalhos científicos em arteterapia foram publicados na literatura médica internacional, a maioria deles nos Estados Unidos. O principal emprego dessa modalidade terapêutica tem sido em vários distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, estresse pós-traumático, autismo, transtornos alimentares, distúrbios de ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo. Em todas essas enfermidades a arteterapia ajuda a elaboração de traumas, reduz a ansiedade a auxilia na simbolização de conflitos que estão afetando os pacientes.
Ainda na área da psicologia e psiquiatria, um grande emprego da arteterapia é no tratamento psicológico de crianças e pré-adolescentes, já que eles se expressam na arte com extrema facilidade, além de conseguirem dar grandes passos na elaboração de seus conflitos. Existe ainda recomendação de se usar esse tratamento como suporte emocional em crianças hospitalizadas por qualquer tipo de razão, para aliviar o estresse que a internação causa. Entretanto a pesquisa tem identificado outras áreas de emprego da arteterapia além da psiquiatria. Uma das áreas onde mais se publicou foi no suporte aos portadores de câncer. Em geral, o câncer é uma doença que ameaça e deprime os pacientes e a arteterapia tem ajudado a melhorar o humor, resgatar a autoestima, todos fatores críticos para melhorar a imunidade desses pacientes.
As pesquisas científicas ainda mostram bons resultados na recuperação de algumas lesões neurológicas, em especial as sequelas de traumatismo craniano, acidente vascular cerebral e paralisia cerebral. Em geriatria, também há uma recomendação do seu uso como instrumento de melhora de qualidade de vida, melhora do humor e estímulo das funções cognitivas cerebrais. Pelo mesmo motivo ela tem sido usada na terapia de suporte de pacientes com doenças de Alzheimer e outros tipos de processos demenciais. Por fim há algum relato que a arteterapia demonstrou algum benefício no tratamento de pacientes com infertilidade que estão fazendo fertilização in vitro.
Nos Estados Unidos existe a Associação Americana de Arteterapia (American Association of Art Therapy) que licencia profissionais para aplicar esse tipo de tratamento e organiza congressos e a produção científica local. Considera-se que um profissional para aplicar essa técnica precise ter uma formação ao mesmo tempo em arte e psicologia. No Brasil existe a União Brasileira das Associações de Arteterapia, contudo ela não tem poder de licenciamento dos profissionais, nem essa profissão está regulamentada pela lei. Portanto, em nosso país, devemos procurar profissionais da saúde, em especial psicólogos, ou profissionais com curso superior em arte ou carreiras afins, que tenham uma especialização em arteterapia.
Mesmo que você não necessite de fazer um tratamento com arteterapia, é bom sempre realizar alguma atividade que permita a sua expressão artística. Pintura, desenho, cerâmica, escultura, trabalho em madeira, tecelagem, colagem. Enfim, qualquer forma de se expressar liberando seus dons artísticos e seu simbolismo interior, faz muito bem à saúde.
Como é aplicada a arteterapia
1) Identificação da forma de arte onde o paciente se expressa com mais expontaneidade e prazer - estímulo ao uso desse canal de expressão - inclusive dando suporte (ensinando) para melhorar a técnica do paciente para que ele se espresse cada vez melhor nesse canal.

2) Interpretação da produção artística do paciente, contextualizando de acordo com seu problema e seu histórico - apoio psicoterápico ao paciente usando o conteúdo simbólico por ele produzido como instrumento de tratamento.

3) Apresentação ao paciente - da obra de algum artista que o terapeuta entenda que vá estimular sua criatividade, ou estimular simbolicamente os conteúdos que ele produz.

4) Sugestâo de temas e ideias para serem desenvolvidas artísticamente - que sejam importantes na elaboração do material apresentado pelo paciente

5) Utilização de técnicas da arteterapia para estimular o cérebro e ajudar o psiquismo - como a repetição, contextualização, inspiração em outros artistas, etc, que foram identificados como efetivos para essa terapia.
A arteterapia só usa os recursos da arte plástica. Os da música sâo do universo da musicoterapia